jan
09

Valet’s estão deixando de ser comodidade!

Sexta ou sábado à noite, pensou em comer uma pizza com a família ou procurar uma baladinha na Vila Madalena ou em algum outro canto agitado da cidade. Você escolhe o local, pega seu carro e bom divertimento. Simples assim? Não em uma metrópole como São Paulo! O post seguir vai tratar desse assunto e dar algumas dicas de como se prevenir de profissionais e lugares para deixar seu carro com segurança!

Está cada vez mais difícil encontrar lugares ou vagas disponíveis para estacionar carros na cidade, por isso existem os serviços de Valet! Era pra ser uma comodidade, principalmente nas grandes cidades. Mas ao invés disso, está se tornando um tormento e gerando inúmeras preocupações parar o carro nesses estabelecimentos. Automóveis abandonados em ruas escuras, sobre calçadas, em portas e portões com placa de proibido estacionar, além de locais sem nenhuma segurança. E pasmem. Isso é pago!! Sim, isso mesmo, é por esse tipo de serviço que frequentadores de bares, restaurantes e baladas de São Paulo pagam entre R$ 15,00 e R$ 30,00 quando deixam seus carros nas mãos de manobristas. Os chamados Valet’s, existem nas portas dos principais estabelecimentos gastronômicos e de diversão da cidade. O principal objetivo desse tipo de prestação de serviço é garantir tranquilidade e despreocupação para o consumidor, que, ao pagar um determinado valor, normalmente caro para o período de horas de guarda do veículo, pode curtir sua noite sabendo que seu automóvel está num lugar fechado e com total segurança. Ou não!! Claro que não se pode generalizar, sabemos que muitos estabelecimentos idôneos e que zelam pelo bem alheio.

O problema vai muito além de o veículo ser deixado em ruas ou lugares proibidos. O que tem acontecido também é o emprego, nos estacionamentos, de profissionais sem carteira de habilitação, sumiço de pertences deixados no interior do veículo, tal como o estepe, amassados e ralados na lataria e o talvez mais grave de todos os inconvenientes, o uso do veículo particular para fins ilícitos, raxas, gerando acidentes muitas vezes com vítimas.

Talvez alguns não se lembrem, mas em outubro passado, uma operação inédita realizada pela Polícia Civil nas imediações da Vila Madalena, que contou com 65 policiais e 20 viaturas, escancarou as irregularidades praticadas pelos valets. Oito foram detidos em flagrante por estelionato – um dos supostos profissionais não tinha nem carteira de habilitação.

O trabalho prévio realizado pelo Departamento de Investigação e Registros Diversos (DIRD), durou um mês, com filmagens e policiais infiltrados, identificando empresas que atuavam de forma irregular nas principais ruas do bairro.

Segundo o delegado Osvaldo Gonçalves, responsável pela Delegacia de Atendimento ao Turista (DEATUR), os valets foram autuados no artigo 171 do Código Penal (de 1 a 5 anos de prisão, mais multa) porque prometiam algo que não era cumprido. “Emitem recibo, dizem que têm seguro, mas estacionam na rua. Transformam a via em empresa privada e ameaçam os moradores. Vira terra de ninguém.”

A chegada da polícia causou surpresa entre os frequentadores de bares e restaurantes da região, principalmente nos donos dos carros que estavam sob a responsabilidade dos valets. Eles foram convidados pelos policiais a procurar seus carros e tamanha foi a surpresa ao constatarem todas as irregularidades aos quais seus bens estavam expostos.

Porém, infelizmente, apesar de a operação ter tido, por hora, alguns resultados positivos, como a prisão dos manobristas, os valets serem autuados e os donos de bares coniventes com a irregularidade terem sido responsabilizados, não são ainda a solução definitiva do grande problema. Primeiro, a decisão da prisão dos manobristas foi apenas tecnicamente correta, mas ainda não há notícias sobre uma investigação sobre os verdadeiros responsáveis, os donos dos valets. Aqueles que trabalham à noite podem estar cometendo um crime, mas como meros empregados e não tendo lucro com o negócio, são instruídos pelos donos e, portanto, não podem ser considerados os responsáveis ou culpados. Se os proprietários dos valets não forem punidos, de nada vai adiantar operações como essas.

Soluções existem poucas, mas ainda não em São Paulo. Uma delas, em Curitiba, é o Projeto de lei de autoria do vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB), que determina que todos os estacionamentos com serviço de valet forneçam ao cliente o ticket com a quilometragem registrada no hodômetro do veículo na chegada ao estabelecimento. “Nosso objetivo é evitar que o veículo seja utilizado de maneira indiscriminada pelos manobristas, fato já ocorrido em grandes cidades do País”, observa o parlamentar, acrescentando que “só conhece o problema quem já teve a experiência desagradável de deixar o carro nas mãos de um funcionário de um valet e, quando pegou de volta o veículo, percebeu uma quilometragem muito acima da registrada no momento da chegada ao estacionamento”.

Algumas dicas para se prevenir de inconvenientes:

- deixar seu veículo em estacionamentos tradicionais, mesmo que tenha que andar um pouco;

- veja se há vagas suficientes no local, pois quando o estacionamento está lotado ou se for muito movimentado, as chances de uma ralada são bem maiores;

- Tenha certeza de que o estacionamento é legalmente constituído, porque, se houver uma batida ou um roubo, ficará mais fácil cobrar o prejuízo, já que trata-se de uma empresa;

- Pare o carro só em estacionamentos com seguro e certifica-se da veracidade deste;

- nunca se esqueça de pedir uma nota fiscal com dia e horário em que o carro ficou no estacionamento, pois é o melhor jeito de comprovar que não era você que estava dirigindo, no caso de algum acidente ou ocorrência desagradável, como por exemplo, uma multa;

- Faça sempre uma inspeção no carro pouco antes de sair do estacionamento, pois encontrar amassados e raspados é uma das reclamações mais comuns de quem usa esses estabelecimentos;

- Não deixe objetos pessoais ou de valor no carro, especialmente em locais visíveis, como no banco, ou de fácil acesso, como o porta-luvas.

- Se houver algum problema de roubo de objetos ou batida, fale com o responsável e faça um boletim de ocorrência (B.O.). Isso ajuda na eventual necessidade de processar o estabelecimento para ter seu carro consertado;

- Olho vivo no estepe, um dos prejuízos mais comuns de quem para no estacionamento é o sumiço do estepe. O único jeito de se prevenir é mostrar ao manobrista que o estepe está ali quando chegar e conferir se ele continua lá quando o carro voltar a suas mãos.

Fonte: Portal R7 via Agência Estado

E você amigo leitor, já passou por alguma situação desagradável com um serviço de valet? Ou registre aqui também se foi bem atendido!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

jan
06

Sacola Plástica: Vilã ou Solução?

Olá amigos leitores, já perceberam que ultimamente fala-se muito em banir ou não o uso das sacolas plásticas, mas por enquanto, nenhuma medida definitiva e com força de lei foi tomada. Uma coisa é certa, o tema é muito polêmico! O post a seguir, mostra os dois lados da questão, a praticidade do uso e o meio ambiente. Mas vai deixar um “fiozinho” de expectativa sobre o assunto. Então, boa leitura e não deixem de comentar com suas opiniões!

A partir do dia 25 de janeiro, mesmo que ainda sem lei, devido ao acordo entre a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e o Governo do Estado, não serão mais oferecidas sacolas plásticas aos consumidores, ficando a cargo pessoal os itens que as substituirão: ecobags, caixas de papelão ou até mesmo carrinhos de feira.

Mas eis que surge uma intrigante questão? As sacolas plásticas devem ser substituídas? Deixando de lado, nesse momento, a evidente questão ambiental, que, diga-se de passagem, ainda gera divergências, o desuso não é algo assim tão simples, envolve fatores culturais e políticos.

Os dois lados da questão

A indústria plástica, como não poderia ser diferente, prega a filosofia do “ruim com ele, pior sem ele”, se referindo ao plástico e entende que o problema não está associado ao produto em si, mas ao seu uso e desperdício. E segue nos argumentos positivos: o plástico faz parte da vida cotidiana, é reciclável e está presente em milhares de produtos e, seguindo na linha de defesa, computadores, seringas, bolsas de soro e de sangue, não existiriam se não fosse o plástico, além de reduzir a emissão de CO2, causador do efeito estufa.

Na contramão de ser a grande vilã, a indústria defende as sacolinhas, insinuando que os supermercados só têm a ganhar com a redução de custos, pelo corte das sacolas.

Quanto às sacolas propriamente ditas, são reutilizáveis, práticas, higiênicas e seu uso não se restringe somente as compras dos mercados, servem pra inúmeras outras atividades, sendo este o principal motivo de ser preferência nacional, ante outras opções, apesar do sempre “fator ambiental”.

Os fabricantes estão cada vez mais obrigados a lançarem mão de ideias e campanhas, a fim de não perderem mercado. Apenas para citarmos algumas, produção de sacolas mais resistentes, evitando o excesso de uso, pois é comum, muitos consumidores fazerem uso de duas ou mais sacolas para acomodar poucos itens, estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.

Agora sim, falando no meio ambiente

São 300 anos para se decompor, se considerarmos uma produção de cerca de 500 bilhões de unidades a cada ano, temos o equivalente a 1,4 bilhões por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês. São 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país.

Agora, são as caixas de papelão e as sacolas retornáveis, as melhores alternativas de substituição?

A Associação Brasileira da Indústria das Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) e o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), divulga fatores contrários à utilização destas alternativas, como por exemplo, a quantidade de bactérias que tanto as sacolas de pano, quanto as caixas de papelão, podem transportar, além de coliformes fecais e fungos. No caso das caixas de papelão, existe inclusive a possibilidade de transporte de pequenos insetos, como baratas.

Alternativa Principal

A alternativa que tem se falado como a principal, no Brasil, são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis, que vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor, diminuindo o tempo de desaparecimento para apenas três anos.

São as caixas de papelão e as sacolas retornáveis, as melhores alternativas de substituição?

O que dizem os maiores interessados e afetados: os consumidores?

Uma palavra que define o uso de sacolas plásticas: “praticidade”, opinião de grande parte dos consumidores usuários, independentes de serem contra ou a favor do uso. Muitas alegam problemas em acomodar itens diferentes numa mesma sacola, no caso das ecobags ou sacolas de pano. E no caso das caixas de papelão, a grande vilã é a dificuldade de carregar os produtos, principalmente para aqueles que dependem de transportes coletivos. Além de outro grande problema, a falta de sacos para o descarte do lixo doméstico.

O “X” da Questão

Proibir o uso das sacolinhas, pode sim ajudar, mas com certeza não será a salvação do planeta. O bom uso, com bom senso e sem desperdício pode ser um bom começo!!

E vocês, o que acharam da matéria? São contra ou a favor a proibição ou liberação? Interajam conosco!!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

jan
02

Daniel Piza

Caros, no primeiro post de 2012, gostaríamos de fazer uma homenagem ao Jornalista Daniel Piza, nosso companheiro de trabalho que nos deixou e que eu, pessoa que posta o texto abaixo, particularmente, tive uma experiência pessoal com ele e pude ver o quanto de humildade pode haver em tanto talento!

Para aqueles que não tiveram oportunidade de ler o texto no blog dele, transcrevemos aqui. O texto foi postado no dia de natal. Boa e emocionante leitura a todos!!

Nesta época é comum ver, além das retrospectivas, os apelos piegas ao tal espírito natalino, abusos de expressões como “renovar esperanças”, previsões furadas de astrólogos, tarólogos e outros loucos, textos que lamentam onde estão os natais d’antanho, mensagens de boas festas com listas de virtudes. Meu impulso é perguntar por que as pessoas não procuram ser assim o ano todo, e não apenas no solstício que foi apropriado pela religião e pelo folclore para se tornar uma data paradoxal em que se discursa sobre bons sentimentos enquanto se consome em ritmo febril; até mesmo os nacionalistas se calam diante do fato de que a festa não tem cara do calor de 34 graus. E então me ponho a pensar em como generosidade e respeito, para ficar só nesses dois itens, andam em falta nos tempos atuais, especialmente nas grandes cidades, e em como a tecnologia que deveria nos aproximar nos tem dispersado. Mas lembro os Natais de infância, comparo com o dos meus filhos e as diferenças se tornam irrelevantes, porque os prazeres e as questões são muito parecidos. E os dias deliciosamente desocupados, desacelerados, convidam ao balanço do ano, ainda que tenha tido tantas tristezas em meu caso, e sem balanço não há avanço.

Somos carne e pensamento, um não se dissocia do outro, e do mesmo modo o Natal é ficar feliz em dar e receber presentes, é ver as crianças alegres com o que ganham e pronto, sem místicas nem melancolias. Lembro que meu avô nos levava em seu Opala, no banco da frente, câmbio atrás do volante, para procurar o Papai Noel. Olhávamos para o céu e achávamos que qualquer luzinha era a carruagem de renas. Quando voltávamos, ele já tinha passado e deixado os presentes sob a árvore. Um primo mais velho me disse: “Cheguei até a ver a perna dele saindo pela janela”. Eu devia ter uns oito anos e achei estranho; afinal, era só ter ficado ali que com certeza o veríamos, já que eu nunca tinha conhecido ninguém que não ganhasse presentes todo santo Natal. (Eu já estava acometido desta mania de descrença: antes de fazer 6 anos, na minha primeira viagem de avião, assim que ficamos acima das nuvens perguntei ao meu pai onde estavam os “anjinhos”. Não era ali que diziam que eles moravam?) De qualquer modo, afora as comidas saborosamente calóricas, quase sempre o presente fazia a dita magia da noite. Digo “quase sempre” porque uma vez pedi um Piloto Campeão e ganhei uma Motocleta. Inconformado, reclamei: “Que Papai Noel burro!” Mas a Motocleta, espécie de triciclo evoluído, me divertiu muito mais ao descer a rampa do abacateiro na chácara que tínhamos.

Ver o sorriso de filhos e sobrinhos é boa maneira de encerrar o ano, como o fecho de capítulo de um livro que ainda não terminou, e mesmo que não chegue a redimir o capítulo ruim. Perdi minha mãe e, apesar das falas pseudo consoladoras do tipo “É a vida” (não, é a morte mesmo) e “Tudo vai ficar bem” (defina “bem”), a dor ganha intervalos, mas a ausência fica. Tive também uma decepção pessoal, que abalou minha confiança, me tirou alguns quilos, me fez ver de novo como nossos melhores esforços podem ser os mais injustiçados, como a ingenuidade é amiga da vaidade, como a efusão brasileira pode ocultar inveja ou egoísmo. Também não fico feliz ao pensar que para tantas pessoas uma experiência insubstituível como ter filhos pode ser vista como algo que “atrapalha” ou, pior, que justifica manter relacionamentos frios ou frustrantes, em vez de renová-los. Mas terminei meu capítulo com páginas encorajadoras, confiante não apenas em ter superado a fase crítica, mas também em não ter deixado o desencantamento tomar conta. Aí está, se me permitem o toque natalino: não deixar o desencanto tomar conta é o melhor presente.

De: Daniel Piza

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
29

Que tal uma retrospectiva só com boas notícias? Parte 4

Olá amigos, chegamos na última parte da nossa retrospectiva de boas notícias e, para fecharmos muito bem, com muita informação relevante, o tema será tecnologia. Coisas interessantíssimas aconteceram, até um robô fazendo cirurgia, acreditam? E é por essa notícia que vamos começar nosso último post do ano de 2011. Boa leitura a todos!

Robô ajuda safenados

Médicos do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, realizaram dia 15 de novembro a primeira cirurgia da América Latina de revascularização do miocárdio – popularmente chamada de “ponte de safena” – totalmente por meio de um robô. A operação, que evitou um corte de 25 cm no peito do paciente, foi comandada “a distância” por um cirurgião, que manipulou os braços do robô em um console longe do paciente, por meio de joysticks.

Na cirurgia robótica, são feitas quatro pequenas incisões de cerca de 1 cm por onde passam uma microcâmera, afastadores, pinças e outros instrumentos. Sem o campo aberto, o risco de infecções cai significativamente. Além disso, há menos sangramento e complicações, já que o robô filtra possíveis tremores do cirurgião e as pinças permitem movimentos mais precisos e delicados. O paciente permanece apenas um dia na UTI, fica três internado e em dez dias pode retomar as atividades.

Envelopamento pra quem gosta de ousar

Mudar a cor do veículo em apenas um dia e por, no mínimo, a metade do preço de uma pintura são facilidades que o envelopamento traz para o motorista que quer incrementar o visual do seu carro ou proteger a lataria dos efeitos do clima e dos pequenos riscos. A técnica consiste na aplicação de uma película que pode ser removida depois, sem prejuízos à pintura original. O consumidor pode escolher entre a película fosca, a brilhante e a de fibra de carbono. E a aplicação também pode ser feita em motos.

No início da moda, a preocupação dos motoristas era mais com a lataria, mas aí a tendência foi crescendo e hoje em dia o uso é mais por estética. Em casos em que o motorista queira uma película de cor diferente do veículo será necessário adaptação na documentação do veículo.

Controlar PC com os olhos não é mais ficção

Uma descoberta que poderá mudar a maneira como interagimos com os computadores. John Elvesjö é um dos fundadores da Tobii Technology, uma cia de Estocolmo que desenvolveu o primeiro dispositivo de rastreamento ocular voltado para o mercado de massa. O aparelho será quase uma substituição do mouse e permitirá que o usuário execute várias ações simplesmente olhando para a tela. Ex: olhe para uma pasta para abri-la, leia o final de um e-mail e o programa pula para o próximo. O dispositivo direciona uma luz infravermelho inócua para os olhos do usuário e um software localiza o ponto da tela para onde o usuário está olhando em um raio de dois milímetros.

O rastreamento ocular não é uma ideia nova, porém, até agora, tratava-se de uma tecnologia cara e nada prática, exigindo acessórios de cabeça a fim de manter a câmera apontada para o olho, além dos preços exorbitantes. Mas a equipe de Elvesjö conseguiu projetar um dispositivo pequeno e barato o suficiente para ser usados no dia a dia. O novo rastreador aparece na parte de baixo da tela de laptop ou computador de mesa e dispensa acessórios de cabeça.

Mercado de CFTV seguem em expansão

É cada vez mais crescente a demanda por produtos de monitoramento e segurança e alguns itens como, alta definição de imagem, facilidade de identificação e mobilidade aquecem ainda mais o mercado de segurança eletrônica que será diretamente favorecido pelos eventos internacionais no país como Copa do Mundo e Olimpíadas. Pesquisas apontam que o mercado de câmeras de segurança em rede da América Latina tem previsão de crescimento anual de 39.2% até 2014. Essa tendência aumenta ainda mais quando se pensa na atual transição do monitoramento analógico para sistemas digitais.

Para acompanhar as tendências do mercado, as empresas investem em novos produtos, com tecnologias diferenciadas e destaque para câmeras IP, que permitem vigiar locais pela internet, por motivos de segurança ou maior controle dos negócios. Um dos fatores que tem demandado a alta procura são os crimes divulgados nas mídias como assaltos a veículos, bancos, prédios e shoppings centers.

Amigos Leitores, este foi o último post de 2011. A partir de 2 de janeiro, voltamos com força total no nosso blog, sempre com muita informação relevante e muitas novidades, mas essas vamos contar só no ano que vem! A equipe dos Guias Oesp deseja a todos um feliz 2012 e agradece pelo prestígio que fez o nosso Blog alcançar o TOP2 no prêmio TopBlog!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
28

Que tal uma retrospectiva só com boas notícias? Parte 3

Olá Leitores, estamos na penúltima parte da nossa retrospectiva, hoje falando de sustentabilidade, assunto muito em voga em 2011 e que esperamos, continue em 2012. Afinal, está mais que comprovado que preocupação com o meio ambiente, fatores para diminuir a poluição do nosso planeta, alternativas simples de reciclagem, não é questão de moda e sim de conscientização! Esperamos que gostem da leitura!

Tudo se transforma

Em 20 anos, o Brasil conquistou a liderança mundial na reciclagem de latas de alumínio. Esse título existe graças ao reaproveitamento de cerca de 97% do material, à frente do Japão, Europa e Estados Unidos. Em 2010, foram recicladas 17,7 bilhões de latinhas no país. Trata-se de uma cadeia de coleta com grande importância econômica: renda extra para centenas de famílias e importância ambiental: economia de energia e matéria prima, que deixa de ser extraída da natureza. Além disso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas propriedades.  Apenas para comparação, nos anos 70, por exemplo, um quilo de latas produzia apenas 49 novas unidades de 350 ml. Hoje, a mesma quantidade produz 74.

Segurança para o Consumidor

Previsto para 2013, um novo modelo de código de barras, impedirá a comercialização de itens vencidos. A nova tecnologia dependerá de um software instalado na frente dos caixas dos checkouts que acusa se o produto está vencido. O objetivo do novo modelo é a otimização do controle, hoje, feito manualmente e resultando em muitos produtos vencidos nas gôndolas. Além da funcionalidade de acusar a validade do item, o sistema mostrará a quantidade de produtos vendidos de cada lote, permitindo ao estabelecimento um maior controle do que está dentro da loja.

Alternativa rápida e limpa na Construção Civil

O uso do papelão na construção civil pode representar uma alternativa que proporcione mais rapidez na obra e com um processo mais leve e salubre. A escolha do material levou em conta critérios como reciclagem e produção de celulose e papelão, uma matéria-prima abundante no Brasil, além de poder ser reciclado várias vezes sem precisar de um grande processo de transformação para a reciclagem. Basta triturá-lo e misturar com água.

Semáforos de LED

A empresa DirectLight, de São Carlos – SP, criou semáforos inovadores com lâmpadas de Diodos Emissores de Luz (Led) de alta potência. Os semáforos inteligentes funcionam com luz solar, energia elétrica e banco de baterias, garantindo a segurança necessária ao trânsito em caso de blecaute. O projeto ótico é inédito no Brasil. Estes novos modelos de semáforos têm como principal diferencial inibir a ação do sol, pois nos semáforos comuns os raios solares incidentes nos refletores são projetados de volta criando a sensação de falso aceso (efeito fantasma), dificultando a visibilidade das cores .

Outra característica importante é a sua eficiência. As luzes de Led são mais duradouras e econômicas. Enquanto as luzes normais têm vida útil de 1.000 horas e gastam 100 watts, os Leds chegam a 50 mil horas, no mínimo, de vida útil e utilizam 10 watts apenas.  Além disso, outro fator positivo é a diminuição da mão de obra para manutenção, uma vez que as lentes de Led têm grande durabilidade, cerca de três ou quatro anos, além de utilizarem um número menor de leds que os semáforos convencionais, apenas sete.

Brasil tem sua primeira certificação “Green Building”

O edifício Comendador Yerchanik Kissajikian, localizado na Av. Paulista, 901, é um novo marco na sustentabilidade de edificações existentes no país. Ele foi o responsável pelo Brasil ter sua primeira certificação “Green Building”. Mas para isso, o empreendimento teve que alterar algumas de suas políticas e também criar novas, passando até pela seleção de novos fornecedores, em um processo que levou dois anos, envolveu mais de 50 profissionais e estabeleceu novos procedimentos como, por exemplo, compras sustentáveis, critérios de seleção de fornecedores, eficiência energética, uso racional da água, por meio da troca dos metais e louças sanitários por modelos econômicos, instalação de barreiras de contenção de poeira nas entradas, procedimentos de limpeza de pisos e carpetes, colaborando para a qualidade do ar interno, minimizando problemas de saúde, gerenciamento de resíduos sólidos e programas para reciclagem de 80% de pilhas e baterias.

Essa certiticação, entre inúmeros benefícios, significou  melhor qualidade de vida para os ocupantes, menores impactos para a cidade,  uma efetiva redução de custos e maior competitividade, gerando ainda maior rentabilidade para seus investidores.

E amanhã temos a última parte da nossa retrospectiva, falaremos sobre tecnologia!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
27

Que tal uma retrospectiva só com boas notícias? Parte 2

Olá Leitores,

Continuando nossa Retrospectiva de Boas Notícias, o post de hoje é do segmento da Construção Civil, setor que também teve boas notícias em 2011 e esperamos que em 2012 continue nessa boa maré!!

2014 está aí! Vai continuar crescendo

Na primeira metade de 2011, as vendas de materiais acumularam expansão de 0,58 por cento ante os mesmos meses do último ano. Em maio, as vendas de materiais de acabamento dispararam 8,3 por cento ano a ano, enquanto as de insumos básicos cresceram 3,19 por cento. O crescimento maior da indústria de acabamento está associado a dois fatores: o avanço de obras iniciadas no começo do ano e que nesse momento entram em fase de acabamento e a melhoria de renda da população, que incentiva reformas.

Esse crescimento gerou a criação de 6,27 por cento mais de empregos na indústria de materiais na comparação com um ano antes.

Exclusividade em pauta

Na hora de vender um imóvel, muitas questionamentos aparecem. Além da preocupação com o quanto realmente vale, deixar ou não itens embutidos, ter ou não ter outro imóvel em vista, uma dúvida muito comum é deixar ou não a cargo de uma só empresa a responsabilidade de negociá-lo. Existe outra opção que é contratar o serviço de várias imobiliárias, mas qual a diferença? A exclusividade pode ser uma boa alternativa para uma venda mais rápida, já que a imobiliária se esforça ao máximo para negociar o imóvel. Já no caso de várias imobiliários o trâmite pode se tornar mais confuso para o proprietário, pelo fato de ter que lidar com várias empresas.

Apesar das vantagens da exclusividade, o sistema ainda é polêmico no Brasil, prova disso é que menos de 10% das transações são fechadas por exclusividade.”

Refinanciar a casa própria

Instituições financeiras oferecem crédito com prazo de 30 anos e taxa de juros inferior à do mercado. O negócio ainda engatinha por aqui, mas profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos. Esse produto foi regulamentado pelo Banco Central (BC) no fim de 2006 e, a partir de 2007, várias instituições financeiras passaram a oferecê-lo. Cada uma tem as próprias condições, mas, em geral, o cliente pode refinanciar parte da casa em que mora (até 50%, na média) por prazos de até 30 anos e taxas de juros inferiores às do crédito pessoal (mas, em compensação, maiores que o financiamento imobiliário tradicional).

É um custo maior que o do financiamento imobiliário tradicional, que hoje varia, em média, entre 9,5% e 11,5% ao ano, mais TR. No entanto, é inferior ao do crédito pessoal “normal”, hoje, em média, a 49% ao ano, segundo dados do Banco Central.

Negócios na praia

Apartamentos com construções sólidas, acabamentos contra maresia e sustentáveis são uma tendência nas regiões litorâneas brasileiras. Construções em cidades litorâneas são empreendimentos ideais não só para aqueles que desejam morar perto da praia como também investir em um segundo imóvel. O que chama a atenção de investidores ou pessoas comuns que estão a procura de imóvel para veraneio é o fato de alguns investimentos preconizarem o crescimento de cidades como Santos, no litoral paulista, que promete movimentar sua economia em razão dos diversos projetos da Petrobras para a exploração do pré-sal, que estimula e valoriza o mercado imobiliário local.

Diante desse cenário grandes construtoras e incorporadoras brigam por locais privilegiados para novos lançamentos. É o caso da Cyrela São Paulo que lançou no fim do ano passado o Wave, seu primeiro projeto de salas comerciais no bairro do Valongo.

Shopping – Interior passa a Capital

Em 2010, o Brasil tinha metade dos empreendimentos estabelecidos nas capitais. Para 2011 surgiu uma tendência do aumento da interiorização desses empreendimentos. Entre os principais fatores de tal fato estão o maior poder aquisitivo da população e a relativa estabilidade econômica, que tem impulsionado a demanda do comércio varejista.

Amanhã tem mais! E o tema será sustentabilidade!!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
26

Que tal uma retrospectiva só com boas notícias?

2011 está terminando! E vamos combinar que esse ano foi de muita movimentação na nossa economia, não acham?

No geral, tivemos notícias não tão boas e outras muito boas pro nosso mercado e pra alguns segmentos e são dessas que vamos falar ao longo dessa semana! Um apanhado de tudo que postamos em nosso blog esse ano. Falamos de sustentabilidade, alimentação saudável, recordes de crescimento de alguns setores, em fim, aos que não conseguiram ler todas as matérias, aproveitem agora e aos que leram, vamos recordar!!

Há! E pra leitura ficar melhor ainda os assuntos estão divididos por categorias e vamos postar uma por dia até quinta-feira, ok? Vamos começar falando dos assuntos que foram destaque no segmento Alimentação.

Boa leitura a todos.

Fruto bom!

Um fruto originário da Região Norte do Brasil invadiu o mundo, o Açaí! Além de ser uma importante fonte de renda para a população que vive às margens dos rios na região amazônica, seu teor  de vitaminas, proteínas e minerais ajuda na redução da desnutrição da população carente do Norte do País, além de ser delicioso.

O Café nosso de cada dia!

O crescimento no consumo individual do café vem registrando alta consecutiva nos últimos sete anos. Resultado? Fez com que a demanda total do produto chegasse a 19,13 milhões de sacas em 2010. E para 2011, aliado ao crescimento do consumo das classes C e D, o ritmo elevado no consumo continuou crescendo.

E dá-lhe água!

Água mineral foi campeã de vendas no primeiro bimestre de 2011, ante 2010. A bebida teve alta de 32,7% nos dois primeiros meses do ano. Segundo estimativa da Associação, a expectativa é que a mudança no hábito do consumidor e o aumento do poder aquisitivo gerem um aumento de 45% nas vendas do produto durante o verão, com previsão de crescimento de 15% para este ano, em comparação com 2010.

No Brasil existem 420 empresas engarrafadoras de água mineral e cerca de 30 mil distribuidoras.

Todo mundo quer vender!

Os panetones são os produtos que mais têm marcas próprias no varejo. De cada 100 marcas, 38,6% pertencem a supermercados e até padarias. Mas por que os panetones são o produto com maior participação nesse segmento? É um mercado que movimenta mais de R$ 2 bilhões em apenas três meses do ano (outubro a dezembro).

A hora e a vez dos saudáveis!

O teor de sódio em 16 categorias de alimentos industrializados deverá ser reduzido a partir de 2012. O Ministério da Saúde assinou em abril deste ano termo de compromisso com associações representativas do setor produtivo de alimentos no qual foram pactuadas metas de redução do teor máximo de sódio por parte da indústria. A redução será feita aos poucos. Os primeiros alvos são massas instantâneas, pães de forma e bisnagas. O consumo excessivo está associado a doenças cardíacas e problemas renais.

E o leite cresce!

O consumo de produtos lácteos no Brasil deve crescer, em média, 3% ao ano até 2.012. Para o consumo mundial, a Tetra Pak prevê um avanço de 2,2% ao ano entre 2.009 e 2.012. O mercado brasileiro tende a impulsionar o desempenho global da indústria. Somente no segmento longa vida, o aumento será de 5,7%, puxado pelo bom resultado das vendas de leites com sabor, enriquecidos e de outros produtos lácteos, como leite condensado e creme de leite.

Amanhã tem mais e vamos falar do mercado da Construção Civil!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
20

Brasmeca – Comprometimento e constante renovação e otimização de produtos!

Pioneira na fabricação de cilindros especiais, a Brasmeca foi responsável pela nacionalização de diversos equipamentos importados, o que conferiu a empresa um acúmulo de experiência de três décadas no ramo hidráulico.

Visando acompanhar a evolução das necessidades dos seus clientes, a empresa está sempre investindo em suporte técnico para especificação de produtos, através de visitas técnicas no planta do cliente, podendo assim, oferecer melhorias em seus projetos de cilindros hidráulicos e pneumáticos.

Para fabricação e recuperação de cilindros, a Brasmeca faz uso d um conceito altamente criterioso, especificando insumos e projetos mais adequados para a obtenção de um produto com qualidade, durabulidade e menor custo. Por esse motivo, a empresa se tornou referência no mercado, conferindo aos seus clientes e parceiros maior confiabilidade e menos desperdícios em materiais refugados e perda de tempo com manutenções corretivas, podendo assim, as empresas concentrarem seus esforços em seus produtos e serviços.

E um diferencial, para comprovar a constante preocupação da Brasmeca com a qualidade de seus produtos e processos, em abril de 2005, a empresa obteve a Certificação ISO 9001/2000 pelo Órgão Alemão DQS, que a mantém certificada em projetos, fabricação e reparos em cilindros hidráulicos, pneumáticos, multiplicadores de pressão, acumuladores de pressão, atuadores de torque, clindros rotativos, válvulas rotativas e cilindros telescópicos. E ainda como suporte a essa qualidade, dispõe de uma grande variedade de instrumentos de medições devidamente calibrados por empresa credenciada, danto total garantia de que suas peças atendem a totalidade das especificações exigidas.

Na linha de vedações, a empresa utiliza apenas vedações de primeira linha, desenvolvidas em conjunto com fornecedores parceiros, conseguindo agregar a melhor vedação com custo-benefício compatível com o orçamento de seus clientes.

Com todo esse histórico, pode-se verificar uma constante busca por novas tecnologias, materiais e soluções. Tudo isso faz da Brasmeca uma empresa parceira que busca continuamente atender às necessidades reais e atuais do mercado.

E você, tem algum diferencial na sua empresa também? Entre em contato conosco que publicamos seu post!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
13

Tudo se transforma

“É uma simples latinha de refrigerante vazia”. Será que é só isso mesmo? Amigos leitores, no post a seguir, vamos saber a importância dessa simples latinha para a natureza, a economia e o sustento de muitas famílias. Matéria muito legal e informativa. Boa leitura a todos!

Em 20 anos, o Brasil conquistou a liderança mundial na reciclagem de latas de alumínio.

Jogar uma latinha de alumínio no lixo é quase como descartar uma moeda. Prova da importância do produto é a quantidade de pessoas em praias, shows e outros eventos recolhendo a embalagem para vendê-las. O Brasil ostenta o título de líder em reciclagem, com um reaproveitamento de cerca de 97%, segundo dados da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), à frente do Japão, Europa e Estados Unidos. Em 2010, foram recicladas 17,7 bilhões de latinhas no país.

Algumas explicações para o fenômeno. Segundo Henio de Nicola, da comissão de reciclagem da ABAL, desde o início da produção de latinhas de alumínio no Brasil, há apenas vinte e poucos anos, a indústria investiu e se estruturou para criar a cadeia da coleta, que representa importância econômica: renda extra para centenas de famílias e importância ambiental: economia de energia e matéria prima, que deixa de ser extraída da natureza.

O alumínio pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas propriedades. Segundo o International Aluminium Institute (IAI), a obtenção do alumínio a partir da reciclagem utiliza apenas 5% da energia elétrica e emite somente 5% de gases de efeito estufa em comparação à produção do metal primário. Além disso, com o avanço da tecnologia, consegui-se ampliar a produtividade. Nos anos 70, por exemplo, um quilo de latas produzia apenas 49 novas unidades de 350 ml. Hoje, a mesma quantidade produz 74.

Outra vantagem da reciclagem é que o material já está pronto ao final do processo, ao passo que, quando se faz um lata com alumínio primário, é necessário adicionar outros metais, como cobre e manganês, para se chegar a liga adequada. O produto reciclado sai um pouco mais barato do que o primário, algo em torno de 3%, de acordo com dados da ABAL.

O ciclo de vida de uma latinha é relativamente curto. Em média, a cada trinta dias uma embalagem que deixa a fábrica retorna para a indústria para se transformar em outra.

O sucesso da reciclagem de latas em relação aos demais materiais é explicado também pela remuneração conferida ao catador: R$ 1,80 o quilo do metal, o equivalente a 74 unidades. A venda é feita, em geral, a um intermediário, que as repassa à indústria por até R$ 2,60 o quilo.

Para evitar fraudes e manipulações no peso da sucata, a indústria criou especificações de ensaio de recebimento. Tudo que chega é testado contra impurezas. Em média, cada quilo de material tem 90% de aproveitamento.

Todos os passos

A cadeia da reciclagem começa nos centros de coletas. Ainda neste espaço ocorre a prensagem e o enfardamento das latas. O segundo passo é o recolhimento e a limpeza, que compreende a separação mecânica e a passagem por uma esteira magnética a fim de tornar o material o mais isento possível de impurezas. Em seguida vai para a etapa de picote ou moagem e, na sequência, para o forno. O alumínio é fundido a uma temperatura de até 900°C, processo que costuma durar, em média, 4 horas.

Algumas vezes, o metal segue em estado líquido mesmo para os fabricantes de peças ou latas. O transporte é feito em uma espécie de tanque chamado cadinho, que suporte até sete toneladas.

Fonte: Revista Oesp /AE

Compartilhe essa matéria! Interaja! Comente!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

dez
12

Exclusividade em pauta

Os prós e contras de deixar a cargo de uma só empresa a responsabilidade de negociar o imóvel.

Pensou em vender o seu imóvel? Muitas preocupações aparecem, tais como valor que realmente vale, deixar ou não deixar itens embutidos, já ter ou não outro imóvel em vista. Imobiliárias. Deixar em várias ou em uma só? Em fim, são inúmeros questionamentos, este último vamos responder na matéria a seguir. Boa Leitura!

Quando uma pessoa deseja vender um imóvel, ela tem duas opções: ou contrata o serviço de várias imobiliárias ou faz um contrato de exclusividade com apenas uma delas, por um determinado tempo. Para especialistas há diversos prós e contras na escolha.

A duração do contrato de exclusividade varia conforme a decisão do proprietário, mas o período mínimo é de 90 dias. “É um bom tempo para trabalhar o imóvel”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.

Na opinião de Roseli, a exclusividade pode ser uma boa alternativa para fomentar a venda, pois a imobiliária acaba se esforçando ao máximo para negociar o imóvel, já que só ela detém os direitos de comercialização. “O acordo também dá maior tranquilidade ao cliente”, acredita.

Outra vantagem, na opinião da diretora, é que, quando o imóvel é posto à venda em diversas empresas, o trâmite pode se tornar mais confuso para o proprietário. “Imagine ter de lidar com várias imobiliárias e receber ligações e visitas a qualquer hora do dia”, opina. No caso da exclusividade, o corretor costuma fazer uma avaliação correta da propriedade, nem para mais, nem para menos. “E, dependendo da empresa, ele dá consultoria ao cliente sobre a maneira mais atraente de apresentar o imóvel”, explica.

Apesar das vantagens, o sistema é polêmico no Brasil, na opinião da diretora da D&Andrade, Dagmar de Andrade. “Nos Estados Unidos a coisa funciona porque a legislação exige que as vendas sejam feitas assim. Mas aqui menos de 10% das transações são fechadas por exclusividade.”

A empresária lembra também que há redes de parcerias com o objetivo de aumentar o potencial de vendas. Quando um imóvel faz parte de um contrato de exclusividade e a corretora integra a rede, outras empresas participantes têm acesso àquela propriedade. Se uma delas fechar negócio, o valor da comissão é dividido. “O problema é que o corretor da imobiliária que assinou o termo de exclusividade ganha 25% de comissão sobre a venda, em vez dos usuais 50% – os outros 50% vão para a segunda imobiliária.”

Dagmar ressalta, que neste sistema, o dono do imóvel pode sair perdendo. “Ele fica refém de um corretor. Quando a pessoa coloca o imóvel em várias empresas, o mercado todo trabalha para ele”, explica. A corretora da SunHouse – especializada em imóveis de alto padrão –, Naomi Takahace, reconhece que há certa  resistência dos clientes em trabalhar com uma única imobiliária. “Muitos acham que vão perder”, diz.

Defensor do sistema de exclusividade, o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, informa que a entidade vem elaborando um projeto de lei que pretende tornar obrigatória a prática da exclusividade. “O que torna o sistema atraente é a segurança e a maior tranquilidade que a corretora ganha para trabalhar o imóvel”, diz Viana Neto. “Hoje a competição ocorre numa selva de pedra.”

Fonte: Revista Oesp Construção/AE

Tem mais alguma dúvida sobre o assunto? Pergunte-nos. Gostou da matéria? Comente!

Compartilhe
  • del.icio.us
  • Facebook
  • LinkedIn
  • Twitter
  • Digg
  • Reddit
  • Add to favorites
  • email
  • Google Bookmarks

Postagens antigas